terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Metas e Reflexões para um Novo Ano



Paz na intimidade.
Compreensão na dor.
Paciência na provação.
Tolerância na convivência.




Caridade com todos.
Confiança em si mesmo.
Fé em Deus.
Entendimento em família.


Perdão das ofensas.
Calma na dificuldade.
Cumprimento do dever.
Alegria no trabalho.


Humildade no caminho.
Respeito aos outros.
Desprendimento na abundância.
Coragem na penúria.


Benevolência nas atitudes.
Ânimo na enfermidade.
Esperança na aflição.

Amor ao próximo.



FONTE: Vivendo o Evangelho - André Luiz / Antônio Baduy Filho.

sábado, 27 de setembro de 2014

Aprenda a tirar a mamadeira e evitar cárie nos bebês

O hábito deve ser removido o quanto antes para evitar prejuízos na fala, deglutição e até simetria da face



Hoje em dia é comum ver crianças tomando mamadeira desde muito cedo ou ainda prolongando esse hábito por anos. Porém, além de ser uma das grandes responsáveis pela incidência de cárie, a mamadeira pode ser tornar um problemão na hora de ser substituída pelo copo. 

Ao tomar bebidas doces na mamadeira, como leite com açúcar, achocolatados e até suco de caixinha, a criança tem grandes chances de desenvolver cárie (também conhecida como cárie de mamadeira). O que agrava ainda mais o cenário é quando há o hábito da mamadeira para dormir. Isso porque, dificilmente a mãe consegue higienizar a boca do filho com perfeição por ele estar sonolento.

O uso prolongado da mamadeira pode alterar o funcionamento de alguns músculos e comprometer funções como engolir, falar e respirar e também a simetria da face. O grande problema é a forma e tamanho do bico, que podem alterar a posição da língua, desenvolvimento da musculatura da boca e formato das arcadas dentárias (que afeta diretamente na posição dos dentes). Mesmo os bicos chamados ortodônticos podem interferir meste desenvolvimento.
Foto: S. Borisov / Shutterstock
 Ao tomar bebidas doces na mamadeira, como leite com açúcar, achocolatados e até suco de caixinha, a criança tem grandes chances de desenvolver cárie. Foto: S. Borisov / Shutterstock

Truques para fazer a troca
No caso da mãe já ter introduzido a mamadeira na rotina da criança, é importante começar o processo de troca por copo o quanto antes. “À medida que o hábito se prolonga, maiores são os prejuízos para a criança e mais difícil será sua remoção”, afirma Rosana de Fátima Possobon, coordenadora do Cepae (Centro de Pesquisa e Atendimento Odontológico para Pacientes Especiais) da UNICAMP.

Uma preocupação que atrapalha os pais nessa fase é acreditar que tirando a mamadeira de seus filhos eles não vão mais querer tomar leite. Ou então, que vão sofrer demais caso essa mudança seja forçada. Com isso, os próprios pais já passam insegurança e incerteza para a criança, tornando o ritual mais dramático. 

“As crianças tendem a adaptar-se mais rápido e melhor a novas situações do que os próprios pais. Por isso, a primeira regra de sucesso dessa missão é os pais estarem seguros e confiantes de que estão fazendo a coisa certa para poderem passar isso para a criança”, diz Rosana. Porém, a especialista afirma que é bom evitar fazer essa troca na mesma época em que a criança estiver passando por alguma situação nova e/ou estressante, como a separação dos pais, o nascimento de um irmãozinho ou mudança de escola. 



   

10 dicas 

- Converse bastante com a criança para que ela possa entender as razões do porquê a troca precisa ser feita. 
- Reforce o comprometimento de largar a mamadeira com um presente ou um passeio agradável com a família. 
- Evite levar a mamadeira para passeios. 
- Exija que na hora das brincadeiras a mamadeira seja deixada de lado.
- Reduza o número de mamadeiras que a criança possui. 
- Troque a mamadeira por copos coloridos e divertidos. 
- Para a criança que tem o costume de tomar a mamadeira sentada, vá aumentando o furo do bico aos poucos. 
- Incentive a criança a tomar o leite na mesa e no copo junto e igual o papai e a mamãe.
- Diga que precisa que a criança tire a mamadeira da boca quando vai falar com você, pois, do contrário, você não consegue entendê-la. 
- Enfatize o quanto a criança fica mais bonita quando toma leite no copo.

Nossa sugestão

É fato que conforme a criança vai ficando mais velha, mais difícil esta retirada devido ao apego sentimental com a mamadeira, em outras palavras, poderá ser um processo mais sofrido para a criança deixá-la com a mamadeira por mais tempo. Inicie a retirada da mamadeira a partir de 1 ano de idade. A transição deve ser feita com bastante cautela. Sugerimos substituir a mamadeira tradicional pelos copos de treinamento, com bicos de silicone (similares aos bicos das mamadeiras tradicionais), assim a criança não sentirá tanta diferença entre as mamadeiras. A textura é a mesma e a criança tende a se adaptar rapidamente nesta idade.
Bico lateralizado


Copo de transição

Os copos de transição têm o bico lateralizado, como na foto.
  
Este modelo de bico minimiza os possíveis danos que a mamadeira tradicional causaria. O copo de transição pode ser usado até os 3 anos de idade ou até que a criança esteja bem adaptada. Ainda está com dúvidas? Estamos aqui para orientá-los, venham conversar conosco. 

Fonte: Dra Luciana Belomo Yamaguchi e Terra.com.br

domingo, 18 de maio de 2014

Alimentação e problemas bucais: Verdades e mitos

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A relação entre o que se come com a saúde bucal é óbvia para os cirurgiões-dentistas, no aspecto de a alimentação poder alterar os dentes e a mastigação. Porém, ainda não é determinado até que ponto alguns alimentos são prejudiciais - e outros benéficos -, e como o cirurgião-dentista deve agir ao constatar uma erosão dentária, cárie e outros problemas que podem estar ligados à alimentação. Será que o profissional deve partir para a avaliação nutricional do paciente e saber quais alimentos indicar? Ou deve haver uma parceria com o nutricionista do paciente?

Na atualidade, sabe-se que a alimentação é, em geral, mais industrializada - até por facilitar o dia a dia agitado nos centros urbanos. Com isso, também pode conter menos minerais, vitaminas que favorecem a dentição, além de possuir outros fatores que podem prejudicar a saúde bucal. A dieta produz um efeito local na integridade dentária e na microbiota oral por meio da frequência de consumo de alimentos, que determina o número de oportunidades para a produção de ácido e redução do pH salivar.
Atualmente o hábito alimentar do brasileiro mudou de forma negativa, de magnitude e abrangência nacional, conforme foi constatado pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF):  houve uma redução no consumo de frutas, legumes, verduras e de feijão, e aumentou o consumo de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar, gorduras e sal. Padrão alimentar este que favorece a formação da cárie dentária, representada, principalmente, por alimentos com alto teor de açúcar e das bebidas açucaradas; e de alimentos com alta adesão, com maior acúmulo de restos sobre os dentes, levando a maior risco de cárie.

Para determinar quais alimentos podem ou não causar cáries, além de mostrar quais podem auxiliar na prevenção ou controle da deterioração do dente os alimentos da atual dieta brasileira podem ser separados em três categorias: positivos (anti-cariogênicos), neutros (cariostáticos) ou negativos (cariogênicos).
Os alimentos cariogênicos contêm carboidratos fermentáveis e são capazes de reduzir o pH salivar para 5,5 ou menos e estimular o processo de cárie. Destaca-se neste grupo: os açúcares adicionados, doces, grãos e amidos presentes em salgadinhos, pães, bebidas de frutas, refrigerantes, bebidas açucaradas, doces em geral e em algumas frutas.

Já os alimentos considerados cariostáticos, não são fermentáveis pelas bactérias, são eles: os alimentos fontes de proteínas, seja de origem animal ou vegetal, como as carnes em geral, ovos, leguminosas e oleaginosas, ou também os ricos em fibras alimentares, representados, principalmente, pelo grupo dos legumes e verduras.

Os alimentos anticariogênicos são aqueles que impedem a placa de reconhecer um alimento acidogênico, quando ele é consumido primeiro. Além de não ser fermentável, apresentariam ação antibacteriana. Alguns adoçantes, como o xilitol, bem como os queijos de maior cura também ajudam na elevação do pH, colaborando para a não progressão da cárie. A goma de mascar sem açúcar também pode reduzir o possível desenvolvimento da cárie, mas, por outro mecanismo de ação, que é o aumento do fluxo salivar.

A denominada "autolimpeza dos dentes" não existe do ponto de vista periodontal, mas os alimentos fibrosos (dentro da categoria de cariostáticos) podem ser acrescentados à dieta do paciente para substituir alimentos de alta adesão aos dentes. As fibras não apresentam uma alta adesão, sendo menos cariogênicas e menos ricas em carboidratos fermentáveis.


Com a redução no consumo de alimentos fibrosos, como as frutas, legumes e verduras, e o avanço no consumo de alimentos industrializados, também há menor esforço de mastigação. Com isso, há diminuição da força mastigatória, podendo levar à perda dentária em idosos ou ao comprometimento da musculatura orofacial em lactentes e crianças. Além disso, a mastigação, que favorece a secreção da saliva, cuja função é tamponante, está cada vez mais rápida e deficiente, seja pela perda dentária, mas, principalmente, pela correria diária.

A ingestão de alimentos ácidos tem se tornado cada vez mais frequentes, devido aos alimentos industrializados, como os refrigerantes, que podem causar erosão dentinária. Seu efeito guarda relação com o ácido bacteriano, entretanto, aparece nas superfícies lisas linguais dos dentes ou vestibulares dos anteriores. A redução do pH leva a uma desmineralização dessas superfícies, que, se acrescidos de hábitos parafuncionais, como o ranger de dentes ou a escovação inadequada, podem acarretar a perdas significativas da estrutura dentária. É recomendada a orientação do paciente quanto à substituição dos alimentos ou, caso esta não seja possível, o uso de manobras que reduzam o dano, como o bochecho para a neutralização mais breve possível do pH ou a remoção do hábito parafuncional.

A afta não apresenta, ainda, uma causa definida. Existe a constatação de que, para muitos pacientes, a ingestão de alimentos ácidos, como frutas cítricas, e condimentos, como pimentas e temperos, pode estimular o surgimento das aftas. Portanto, também está relacionada à alimentação.

A halitose pode ter relação ao baixo consumo de água. Isso leva à redução da salivação e a formação de saliva mais serosa, o que minimiza o efeito de autolimpeza da boca e o acúmulo de restos alimentares e de células mortas da mucosa.

Outro problema bucal relacionado ao baixo consumo de água é a xerostomia, sintoma que, na maioria das vezes, deve-se à diminuição ou falta da saliva. O consumo de água reflete no volume salivar e, indiretamente, longos períodos de jejum também levam a tal redução. Os alimentos de consistência pastosa ou amolecida também estimulam pouco a salivação, pois não demandam tanta mastigação. Ou seja, um item primordial na alimentação, que irá favorecer a saúde bucal, é a água.
É preciso consumir cálcio, fósforo e vitamina D, em todas as fases da vida, mas, principalmente, na infância e adolescência, períodos em que ocorre a formação dos dentes e o pico de crescimento e maturação óssea. Outros nutrientes, como a vitamina C, o zinco e o folato são importantes para a manutenção da integridade da mucosa oral.



Casos especiais

1. Crianças
Nas crianças, especialmente, a redução do uso da musculatura mastigatória, devido aos alimentos industrializados, pode levar ao desenvolvimento incorreto dos ossos maxilares, com possíveis distúrbios oclusais e formação de problemas na mordida. Esses mesmos alimentos, normalmente, apresentam alta concentração de carboidratos fermentáveis e de adesão à superfície dentária.
Além disso, a alimentação cariogênica - por exemplo, os doces ou as bebidas açucaradas - é ofertada muito cedo às crianças, às vezes já na mamadeira durante o dia e, principalmente, antes de dormir, hora na qual a redução no fluxo salivar e o extenso período sem higienização são severamente danosos ao esmalte dos dentes. Dando início à chamada 'cárie de mamadeira' ou cárie de início da infância.
2. Idosos
No caso dos idosos, é importante que eles mantenham uma dieta rica em todos os grupos alimentares, e com diversas formas de preparação, para evitar problemas sistêmicos. E, mais especificamente, a manutenção de várias técnicas de preparação vai evitar a presença de alimentos pastosos, que são mais aderentes e de maior risco de cárie, mas, principalmente, vai propiciar a manutenção do tônus e potência muscular.

3. Gestantes
Para as gestantes, as recomendações são as mesmas dadas à população em geral, ou seja, adoção de hábitos saudáveis e de uma alimentação equilibrada. Embora a recomendação de algumas vitaminas e minerais seja maior em função do estágio fisiológico, como a vitamina C, o zinco e o folato. O acompanhamento nutricional deve ser mais intenso nesta fase da vida.



Odontologia e Nutrição
Todo cirurgião-dentista deveria ser capaz de reconhecer alterações na dieta de um paciente, passíveis de afetar a condição de saúde e a integridade de tecidos duros e moles da boca, além de passar orientações básicas de adequação da dieta e encaminhá-lo ao profissional especialista na área, o nutricionista. Visite o site do Ministério da Saúde, conheça o Guia Alimentar Para a População Brasileira, disponível em http://nutricao.saude.gov.br/guia_conheca.php. Esse guia é um instrumento que pode apoiar o profissional em suas orientações e também os pacientes interessados em prevenir problemas futuros de saúde bucal e geral.

Fonte: http://www.odontomagazine.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ortodontia pediátrica garante o pleno desenvolvimento do rosto das crianças

Os dentes das crianças são uma grande preocupação para os pais desde o momento em que a gengiva é rompida pela primeira vez. Os decíduos ("de leite") surgem, em média, aos  seis meses de idade e a amamentação tem papel fundamental nesta fase. Ao mamar no seio da mãe, as estruturas ósseas e musculares da face do bebê se preparam para receber os dentes de leite. O correto desenvolvimento do rosto influencia a mastigação, deglutição, comunicação e influencia questões estéticas.

Hábitos inadequados podem afetar o crescimento facial. Entre os mais nocivos estão a respiração bucal, uso de chupeta e a falta de estímulos para o amadurecimento das estruturas faciais. A prevenção ou a correção das irregularidades nos ossos e músculos da face é assunto para a ortodontia pediátrica e a ortopedia facial. Estas especialidades são consideradas ramos da odontologia, com ênfase no diagnóstico, prevenção e tratamento de irregularidades dentais e faciais. A ortodontia está relacionada à posição dos dentes dentro do osso e a ortopedia facial está ligada ao crescimento das bases ósseas.

Os profissionais que atuam na área são graduados como cirurgiões-dentistas e pós-graduados em ortodontia e ortopedia facial. A prevenção e a correção das relações desarmônicas entre as bases ósseas podem ser feitas na infância, adolescência ou durante a fase adulta. O tratamento precoce é mais eficaz, pois o período de crescimento ativo permite o redirecionamento do crescimento dos ossos do rosto e dos dentes. O objetivo é promover bem-estar, melhorar a qualidade de vida do paciente e contribuir com o seu potencial de beleza facial.

A partir dos três anos de idade já é possível fazer o acompanhamento ortodôntico e ortopédico facial. Diversas pesquisas pediátricas sobre o crescimento da face apontam que aos quatros anos, o rosto infantil tem 60% do tamanho que terá na fase adulta. Portanto, nesta tenra idade, sobram apenas 40% de potencialidade de crescimento do rosto que podem ser administrados terapeuticamente. Com o passar dos anos, este potencial diminui.
Gráfico de crescimento: utilizado para verificar o potencial de crescimento da criança e a eficácia do uso de aparelho ortopédico em cada idade. 
A capacidade de normalizar os desvios de crescimento e desenvolvimento que podem ocorrer no rosto decresce na razão inversa da idade, sendo que, aos 12 anos, cerca de 80% do crescimento facial final ja ocorreu. A intervenção precoce é imprescindível. O acompanhamento do crescimento dos ossos da face, especialmente da maxila e da mandíbula, permitem que a erupção dos dentes de leite seja mais correta e possibilitam a administração das etapas de trocas dentárias.

Neste conceito moderno de Ortopedia Pediátrica de Acompanhamento (OPA), as crianças com cinco anos de idade podem utilizar aparelhos ortopédicos faciais intrabucais para tratar as anomalias dentofaciais incipientes, que incluem os aspectos ortodônticos, como a posição dos dentes nas arcadas dentárias inferiores e superiores e o relacionamento entre estas bases ósseas. O aparelho é de uso simples e indolor, sem causar desconfortos. O dispositivo trata os ossos e os músculos do rosto com a finalidade de corrigir eventuais alterações no crescimento e desenvolvimento da face.

 

Os tratamentos em idade precoce costumam ser rápidos e muito importantes para evitar que as anomalias dentofaciais se acentuem e estejam presentes de modo agressivo a partir da pré-adolescência. Infelizmente nem todos os pais conhecem a Ortodontia Pediátrica. A divulgação deste conceito é essencial para que o rosto das crianças possa se desenvolver em sua melhor forma de harmonia, beleza, função e saúde.

 Fonte: www.kohlerortofacial.com.br

domingo, 4 de maio de 2014

Respirar só pela boca pode comprometer os dentes


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Alergias, sinusite, rinite, desvio de septo, problemas respiratórios podem causar obstrução das vias aéreas superiores e levar algumas pessoas a adotar a respiração 'pela boca'. Geralmente, esse comportamento vem da infância e pode ter desdobramentos na saúde oral do paciente, resultando em um desenvolvimento anormal da face e da arcada dentária, sorriso gengival, dentes tortos e gengivite.
Os pais devem prestar atenção na reincidência de doenças respiratórias que acometem seus filhos e na forma como estão respirando - principalmente durante o sono. É importante reparar se a criança tem alguma dificuldade em permanecer com os lábios fechados, se emite sons pelo nariz enquanto dorme, ou, ainda, se dorme com a boca aberta. Caso as crises respiratórias sejam muito frequentes, é necessário um acompanhamento mais cuidadoso tanto por parte de um médico, quanto de um ortodontista, já que isto poderá comprometer o desenvolvimento de importantes estruturas ósseas da face e das arcadas dentárias.



O crescimento ideal do rosto das crianças é bastante influenciado por uma boa respiração pelo nariz. Quando o problema não é tratado desde o início, o rosto pode crescer fino e alongado. Muitos tratamentos cirúrgicos podem ser evitados com um adequado acompanhamento ortodôntico e a utilização de aparelhos que estimulem o crescimento facial e ampliem os seios nasais, favorecendo a respiração. O tratamento para a respiração bucal melhora significativamente a qualidade de vida do paciente e seu comportamento, sua autoestima, seu nível de energia e até mesmo o desempenho escolar.


As crises respiratórias que se acentuam nos meses mais frios e se estendem até a primavera. Crianças com problemas respiratórios, sejam temporários ou crônicos, devem evitar ambientes que favoreçam a proliferação de ácaros e fungos, além de pelos de animais, poeira e pó, ou mesmo alguns tipos de alimentos. Casos de alterações estruturais, como os desvios de septo, também devem ser tratados o quanto antes com médicos especialistas (otorrinolaringologistas).
 Fonte: www.apcd.com.br