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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Bactérias bucais podem provocar coágulos sanguíneos


Bactérias bucais que entram na corrente sanguínea são capazes de causar coágulos sanguíneos e iniciar uma infecção do revestimento interno do coração, dizem pesquisadores do Colégio Real de Cirurgiões da Irlanda e da Universidade de Bristol. O achado valida ainda mais a importância da escovação e do uso de fio dental para “manter essas bactérias sob controle”, diz Helen Petersen, Ph.D. da Universidade de Bristol, que apresentou a pesquisa na conferência da primavera da Sociedade de Microbiologia Geral em Dublin (março 2012).
A endocardite pode danificar ou destruir válvulas cardíacas e levar a complicações ameaçadoras à vida. A condição ocorre quando bactérias ou outros germes de outra parte do corpo – da boca, por exemplo – se disseminam pela corrente sanguínea e se fixam em áreas danificadas do coração.

O Streptococcus gordonii é um habitante normal da boca e contribui com a placa que se forma na superfície dos dentes. Porém, se as bactérias entrarem na corrente sanguínea através de gengivas que sangram, elas poderão iniciar uma destruição ao se disfarçarem de proteínas humanas.
Os pesquisadores descobriram que o S. gordonii é capaz de produzir uma molécula em sua superfície que lhe permite imitar a proteína humana fibrinogênio – um fator da coagulação. Isso ativa as plaquetas, fazendo-as se agregarem dentro dos vasos sanguíneos. Os coágulos sanguíneos indesejados envolvem as bactérias, protegendo-as do sistema imunológico e dos antibióticos que podem ser usados para tratar infecções. A agregação de plaquetas pode levar a crescimentos nas válvulas cardíacas (endocardite) ou inflamação dos vasos sanguíneos que podem bloquear o suprimento sanguíneo para o coração ou cérebro.

Um entendimento melhor da relação entre bactérias e plaquetas poderia finalmente levar a novos tratamentos da endocardite infecciosa, dizem os pesquisadores.
“No desenvolvimento da endocardite infecciosa, um passo crucial é a adesão da bactéria na válvula do coração e a ativação das plaquetas para formação de um coágulo”, diz Dr. Petersen. “Estamos, agora, estudando o mecanismo por trás dessa sequência de eventos, na esperança de podermos desenvolver novas drogas que são necessárias para evitar os coágulos sanguíneos e também a endocardite infecciosa.”.
A endocardite infecciosa é tratada com cirurgia ou fortes antibióticos, o que tem se tornado mais difícil, em razão da crescente resistência aos antibióticos.

“Cerca de 30% das pessoas com endocardite infecciosa morrem e a maioria necessita de cirurgia para substituição da válvula cardíaca infectada por uma válvula de metal ou de procedência animal”, diz Dr. Petersen.
“Nossa equipe agora identificou os componentes críticos da molécula do S. gordonii que imita o fibrinogênio, de forma que estamos mais próximos de sermos capazes de desenvolver novos compostos para inibir esse fato”, diz Steve Kerrigan, Ph.D., Colégio Real de Cirurgiões da Irlanda. “Isso evitaria o estímulo de coágulos sanguíneos indesejados”.

Fonte: http://www.colgate.com.br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Porque os 40 não são os novos 30



"Esses dias uma colega me contou de uma cena de um filme, onde a menina diz em uma discussão: “High School is never over”, respondendo às provocações de que ela (a personagem) estava sendo infantil em seu posicionamento. O papo com minha colega era sobre a maturidade das pessoas (ou a falta dela). Maturidade de fato é um conceito complexo porque é difícil de ser mensurado. Mas, mesmo complexo, não é algo impossível de se entender.
Hoje escutamos muito “os quarenta são os novos trinta” e pessoalmente acho isso papo de quem tem medo de envelhecer. Eu entendo de onde vêm os medos da velhice, numa cultura onde a juventude é exaltada e onde aprendemos a jogar fora o que é velho, não existe espaço para encontrar beleza no processo de envelhecimento, ou melhor, amadurecimento. O próprio nome já é meio pejorativo, encontramos no dicionário a palavra “velho” junto à “obsoleto”, “antigo” o que nos dá a impressão que é algo que não tem utilidade.
Minha queixa com minha amiga era essa, muita gente que conheço não amadureceu e, pior, não parece querer amadurecer. 
Na época dos meus avós e meus pais os tempos eram outros e a sensação que tenho é que eram outros principalmente porque as pessoas amadureciam e viviam de acordo com sua idade. 


Com minha idade meus pais já tinham três filhos, casa própria, emprego e responsabilidade de gente grande. Assistindo uma TED talk esses dias sobre a longevidade descobri que biologicamente o organismo de um ser humano foi programado para viver aproximadamente 90 anos. Nesse espaço de tempo devemos viver a infância, adolescência e a mais longa fase da vida: a fase adulta.
A natureza é sábia, as fases da vida denotam ao que viemos. Para cada uma dessas etapas nosso organismo, nossos hormônios, nossa mente trabalham de maneiras bem específicas e de acordo com nossa idade. Então os quarenta, biologicamente falando, não são os novos trinta. E não há botox, exercício, nem cirurgia plástica que mude isso. 
Devemos adequar nossa mente ao nosso organismo para que possamos usufruir de todas as etapas da vida integralmente. Nesse sentido, acredito que envelhecer é um processo orgânico, útil e belo.
E, como muita coisa na vida, não existe uma fórmula que nos faça amadurecer. Acho que mais que tudo amadurecer é um processo interno de aceitação. Aceitação de nossas limitações e de da maneira com que nosso organismo vai se ajustando à elas. Não existe uma idade específica para isso, mas a impressão que tenho é que estamos invertendo etapas em demasia: enquanto adolescentes queremos ser adultos, enquanto adultos queremos ser adolescentes. Muitos dos adultos de hoje que conheço se comportam como crianças. E isso é perigoso para as futuras gerações, que crescerão sem referências de processos tão importantes como o amadurecimento e o envelhecimento.
O que tenho visto é exatamente o que a personagem do filme citada por minha amiga diz: “high school is never over”. E nesse pensamento vejo pessoas adultas que não saem das casas dos pais, pais que se comportam como os filhos, e principalmente pessoas que não assumem suas responsabilidades, se relacionam com os outros e tomam decisões da forma imprudente, algo que deveria ser natural apenas para os jovens.

É preciso aceitar que envelhecemos e fazê-lo com sabedoria. Hoje aprendi que é importante viver de acordo com a minha idade, fazendo escolhas e programas conforme meu organismo consegue absorver. Também aprendi que maturidade não tem nada a ver com emprego, conta bancária, status de relacionamento, maternidade ou paternidade. Acredito sim que a maternidade e a paternidade têm um poder enorme de transformar um ser humano e fazê-lo amadurecer, mas não é isso que tenho visto em muitos casos. Acho também que a maturidade chega de maneira diferente para cada um, suspeito que geralmente nos momentos mais difíceis da vida. Para mim, amadurecimento tem muito a ver com as porradas e os tombos que a gente toma na vida.
Digo tudo isso porque sinto que vivi por muito tempo como adolescente imprudente que fui, mesmo sendo dona do meu próprio negócio aos 24, mesmo saindo da casa dos meus pais aos 23, mesmo tendo viajado muito, morado em outros países, conhecido outras culturas e outros lugares. Isso tudo me fez crescer de várias maneiras, mas acredito que não o suficiente para tornar-me de fato adulta.
Mas acho que algumas coisas me fizeram crescer, a doença da minha mãe me fez crescer, a morte do meu pai me fez crescer, mudar de carreira, dar aula para crianças me fez crescer, e principalmente, assumir minha idade e querer viver por inteiro os meus 30 e poucos anos me fez crescer. O tempo passa para todos e mais rápido do que imaginamos, portanto aprendi a celebrar a minha idade e isso tem sido algo muito gratificante. Nesse contexto, acho que posso ser bem coerente em dizer que para mim High School is definitely over."
Excelente texto escrito por Tatiana Nicz, colunista do site http://www.contioutra.com.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dicas para seu filho ir bem na escola



Quanto mais os pais participam da vida escolar, mais os jovens aprendem. O papel dos pais é fundamental no desenvolvimento dos filhos.

O apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional das crianças. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e impedindo que a criança falte às aulas.

Ações simples dos familiares na realidade educacional dos filhos podem fazer toda diferença. O incentivo à comunicação por bilhetes em casa e sugere que as crianças sejam motivadas a ler para os seus pais. Não se pode ajudar os filhos apenas durante o período de provas. É preciso ajudar na melhoria da alfabetização e isto ocorre no dia-a-dia. A família deve contribuir com as questões escolares, mas cabe à instituição de ensino a sistematização do conhecimento.

Veja aqui algumas dicas simples e práticas para ajudar seu filho ir bem na escola, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.

1. Ajude na melhoria do rendimento escolar
Pesquisas mostram que quando os pais acompanham e se envolvem com os estudos dos filhos, as notas dos estudantes aumentam significativamente.

  
2. Pergunte o que ele aprendeu
É muito importante perguntar o que ele aprendeu nas aulas e mostrar que você está interessado na vida escolar do seu filho. Se puder, peça que ele lhe ensine algo novo - isso vai ajudá-lo a fixar o conteúdo.

3. Não o deixe faltar às aulas
Assistir às aulas todos os dias, do começo ao fim, é importante para entender as matérias e não perder o fio da meada. Não o deixe faltar sem necessidade! Nem mesmo chegar atrasado.

4. Estimule-o a estudar
Filhos estimulados pelos pais a fazer os deveres têm um desempenho melhor. Atenção: estimular não é fazer a lição por ele, mas ajudá-lo a descobrir as respostas por conta própria.

5. Combine um horário de estudo
Combine um horário para os estudos e separe um lugar da casa para isso. Se usar a mesa de refeições, por exemplo, tire o que puder atrapalhar. Ah, não se esqueça de desligar a TV, para que ele se concentre nos deveres.

6. Mostre que estudar é um prazer
Estudar é a única obrigação do seu filho, certo? Mas, e se, além disso, fosse um prazer? Não seria melhor? Compartilhe esse momento. Acompanhe-o, ajude-o a chegar às conclusões sozinho e mostre interesse, mesmo se não souber a resposta certa.

7. Seja paciente
Errar, já diz o ditado, é humano. E faz parte da aprendizagem. Se você tiver certeza de que o seu filho está errando, peça para ele ler novamente as respostas dos exercícios em que tem dificuldade. Nunca, nunca, o chame de burro, de lento, de lerdinho. Cada pessoa tem um tempo para aprender - respeite isso.

8. Confira os cadernos
Olhe os cadernos e as apostilas dele e mostre interesse pelos trabalhos. Ao perceber que ele se dedicou, dê valor. Afinal, este é o trabalho dele nesta fase da vida.

9. Pergunte nas reuniões
Nas reuniões de pais e mestres, pergunte qual conteúdo será desenvolvido em cada matéria. A escola precisa ter um plano curricular, e você e outros pais devem cobrar isso.

10. Converse sobre as notas
Se ele estiver com nota baixa, converse com o professor e veja como pode ajudar. Quanto antes ele começar o reforço escolar, melhor.
11. Garanta o acesso aos livros
Pesquisas mostram que quanto antes as crianças tiverem acesso aos livros, melhor será o desempenho delas na escola, pois a leitura é base para todas as matérias. Atenção: não obrigue seu filho a ler. Estimule-o. A leitura tem de ser um momento de lazer e de prazer.

12. Leia sempre
Leia sempre - é bom para você e excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente. Converse com ele sobre o livro, a revista ou o jornal que estiver lendo. Deixe seus livros ao alcance das mãos dele. Livro é para ser lido, não é para enfeitar prateleira.

13. Abuse das bibliotecas
Faça uma ficha para o seu filho na biblioteca mais próxima da sua casa. A maioria dos municípios do Brasil tem bibliotecas públicas e a inscrição é gratuita. Aproveite.

14. Brinque com seu filho
Muitas brincadeiras são verdadeiros estímulos. Principalmente aquelas que incentivam a leitura, a escrita ou os cálculos. Exemplos de brincadeiras legais: forca, caça-palavras, palavras cruzadas.

15. Seja coerente
Seja coerente: suas atitudes refletem o que você pensa. Mostre que estudar é importante e ler, divertido. Estude e leia na frente do seu filho.

16. Use dicionário
É importante buscar o significado correto das palavras para aumentar o vocabulário e a capacidade de expressão. Também é bom saber usar a grafia correta. Incentive o seu filho a não usar abreviações no computador.

17. Escreva sempre
Escreva sempre que puder - bilhetes, cartas, e-mails, listas de compras... Pais que utilizam a escrita em casa ajudam na alfabetização dos filhos. Além disso, quem escreve melhor fala melhor!

18. Acompanhe o Ideb
Toda escola pública do país tem uma nota de 0 a 10: o Ideb (índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Você encontra a nota da escola do seu filho no educarparacrescer.abril.com.br/nota-da-escola e checa se o colégio tem uma Educação de qualidade.

19. Conheça os professores
É importante conhecer os professores do seu filho e se familiarizar com o ambiente que ele frequenta todos os dias. 
20. Valorize o professor
Apoie o trabalho dos professores e mostre que você admira a profissão. Afinal, eles serão os grandes responsáveis pela Educação de seu filho. Pergunte a eles o que será ensinado e como você pode ajudar.

21. Converse com o professor
Converse com o professor do seu filho sempre que possível. Se não concordar com a opinião do professor, fale com ele a sós, e nunca na frente do seu filho. Ensine, sempre, o seu filho a ouvir o professor e respeitá-lo.

22. Engaje-se na escola
Entre para a associação de pais. Não tenha vergonha de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. Critique, elogie, faça sugestões sempre.

23. Vá às reuniões escolares
É nas reuniões que você conhece a escola a fundo, acompanha o aprendizado, esclarece dúvidas gerais, vê seu filho sob outros pontos de vista... Se não puder ir, chame alguém da família para ir no seu lugar.


sábado, 19 de outubro de 2013

Pesquisa mostra que pessoas com foto sorrindo no Facebook são mais felizes. Como assim?


De acordo com pesquisadores, intensidade do sorriso em fotos de perfis no Facebook detecta o grau de satisfação dos usuários.

Pessoas com fotos sorrindo no Facebook são mais felizes, aponta estudo. Já ouviu falar naquele ditado "nunca julgue um livro pela capa"? Bom, o estudo a seguir pode provar o contrário, pelo menos no que diz respeito às fotos de usuários no perfil do Facebook.
Em entrevista para o jornal Social Psychological and Personality Science, pesquisadores afirmam que a maneira como uma pessoa sorri numa imagem de perfil no Facebook pode prever o grau de satisfação que ela terá com a própria vida daqui quatro anos. O estudo, feito com um total de 84 participantes, foi baseado em músculos faciais que detectam a intensidade do sorriso nos usuários.

Algumas pesquisas anteriores já revelaram a existência de uma conexão entre o bem-estar futuro e retratos formais nas redes sociais, o que gera interesse em desvendar informações codificadas nos rostos humanos.

Através de dois estudos, psicólogos da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, descobriram que homens e mulheres que mostraram um sorriso "intenso" na foto de perfil do Facebook nos seis primeiros meses de participação na rede social relataram maior satisfação de vida do que aqueles que não tinham uma imagem nessas condições. Estudantes que apresentavam fotos sorrindo foram mais propensos a relatar níveis de contentamento durante o último semestre da faculdade, cerca de três anos e meio mais tarde.

Os autores descrevem a pesquisa como "um passo na busca da compreensão de como fotos afetivas compartilhadas publicamente podem prever o futuro do bem-estar".
Embora o motivo dessa relação não seja exatamente claro, os responsáveis pelo estudo dizem que um intenso sorriso no Facebook indica sinais do comportamento de uma pessoa na vida real.

Fonte: Olhar digital

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sorriso & saúde


Sorrir pode até não ser o melhor – ou único – remédio, mas que faz bem à saúde os especialistas concordam. Aqui estão os principais efeitos benéficos do sorriso...
CORAÇÃO:
Uma pesquisa na Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), afirma que o riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A equipe separou dois grupos de pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e estavam sob cuidados médicos. O primeiro grupo assistia a vídeos de humor durante 20 minutos, todos os dias.

Após um ano, esse grupo apresentou uma queda de 66% da proteína C-reativa, que é um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. A queda dessa substância no outro grupo foi de apenas 26%. Como conclusão, as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente.

COLESTEROL E DIABETES:
Dar boas risadas pode aumentar os níveis de colesterol bom no sangue, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade Loma Linda. Os pesquisadores acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar elevou seus níveis de HDL, o bom colesterol, em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.

PRESSÃO ARTERIAL:
Um estudo realizado na escola de medicina da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, descobriu que rir diminui a pressão arterial, enquanto o estressa a aumenta.

A equipe estudou 20 voluntários saudáveis, não fumantes, com idade média de 33 anos. Eles assistiam primeiro a um trecho de um filme que causasse estresse e, 48 horas depois, viam um filme de comédia.

Antes de assistir a cada filme, os voluntários ficavam em jejum e submetiam-se a testes para saber como vasos sanguíneos respondiam a súbitos aumentos no fluxo de sangue.

Ao final do estudo, foi revelado que o estresse reduz o fluxo de sangue em 35%. Já as risadas provocadas pela comédia fizeram com que o fluxo aumentasse 22%, reduzindo a pressão arterial. Paralelo a isso, ocorria uma limpeza dos vasos sanguíneos.




PULMÕES:
De acordo com especialistas, quando damos uma boa gargalhada, a absorção de oxigênio pelos pulmões aumenta. Inalamos mais ar e, com isso, a expiração também fica mais forte. Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais é rapidamente eliminado, promovendo uma limpeza ou desintoxicação. Ou seja, rir limpa os seus pulmões e ainda os deixa mais fortes!

DIGESTÃO:
De acordo com a psicóloga Fátima Niemeyer, da Sociedade Brasileira de Psicologia, os músculos que são mais estimulados quando rimos são os abdominais. Esses movimentos fazem uma espécie de massagem em nosso sistema gastrointestinal, melhorando a digestão. Essa massagem também revigora todo o trabalho hepático.

CIRCULAÇÃO DO SANGUE:
ritmo cardíaco acelera quando começamos a rir. Os batimentos podem atingir até 120 pulsações por minuto, em comparação com as 70 pulsações por minuto quando estamos em repouso. Quando a pulsação aumenta, o sangue circula mais intensamente no organismo, o que aumenta a oxigenação de todas as células, tecidos e órgãos. Isso faz com que nosso organismo funcione a todo vapor!

ESTRESSE E SISTEMA IMUNOLÓGICO:
Durante uma sessão de gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina - hormônios do estresse - baixam. Além disso, nosso cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que nos deixa relaxado.

Isso faz com que o corpo consiga produzir mais células de defesa, que ficam mais ativas, fortalecendo o sistema imunológico e blindando o organismo contra doenças.

Segundo Conceição, as células que ganham vantagem na produção - quando os níveis de estresse abaixam - são os linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos; os linfócitos T, que são verdadeiros rastreadores de vírus e bactérias; a imunoglobina A, um anticorpo essencial no combate às infecções respiratórias; e as células NK, que são destruidoras de células cancerígenas.




COMBATE AS RUGAS:
Ao dar boas risadas, nós movimentamos 12 músculos faciais e, ao dar gargalhadas, movimentamos 24 desses músculos. Quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, então, são 84 músculos. Todo esse exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas.

SORRIR É CONTAGIOSO!!!
O sorriso, além de trazer todos esses benefícios a nossa saúde, ainda é capaz de nos aproximar das pessoas conhecidas e aumentar as chances de fazer novas amizades. Afinal, ele não deixa de ser uma forma de comunicação. Sorrir faz parte das relações sociais e compartilhá-lo faz bem a você a ao próximo!
Quando foi sua última visita ao dentista? Agende consultas preventivas regularmente, a cada 6 meses.

sábado, 8 de junho de 2013

O poder dos pequeninos


Quem trabalha com crianças assiste a situações difíceis diariamente. Em algumas famílias o poder está nas mãos das criancinhas e os pais parecem encolher os ombros numa atitude de completa impotência. Vemos que, desde tenra idade, os petizes põem e dispõem a seu belo prazer.

As queixas dos pais são variadas. Existem aqueles que não conseguem que os filhos durmam no seu próprio quarto, os outros que se vêem obrigados a comer constantemente fastfood. Não é incomum ouvir a queixa dos pais sobre a dificuldade de dar a medicação prescrita pelo médico porque a criança não quer, ou porque faz uma birra que o impede. A criança não quer e não deixam os pais escovarem seus dentes e, muitas vezes, os pais cedem. Em desespero de causa, os pais recorrem aos psicólogos.

Move-os a esperança de que a ajuda profissional lhe dê uma poção mágica que resolva de imediato a situação ou que, em alternativa, lhes diga que o filho sofre de uma doença qualquer que justifique o seu comportamento.

Hiperativos … ou falta de regras?

O que mais está na moda é achar que as crianças são todas hiperativas. Ao se colocar esse rótulo, desculpabilizam-se os pais que podem então encolher ainda mais os ombros, ao mesmo tempo que lamentam a má sorte que os levou a gerarem um filho com um problema deste tipo.

O azar (ou sorte) é que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não é tão comum como se pensa e o diagnóstico obedece a critérios muito precisos. Assim, o que acontece com frequência é que o comportamento das crianças não se deve a nenhuma patologia mental, mas sim à falta de regras que depois resvala em atitudes de má educação.

Obviamente que se comportam pior quando estão na presença dos pais, o que conduz à situações muito incômodas. Gritam, esperneiam, dizem palavrões, mexem em tudo, dão pontapés nas portas...Os pais tentam em vão travá-los por todos os meios mas, claro está que é tarde, já que a educação de base é dada em casa.


A educação tem de ser um processo contínuo

Os pequenos teimam em não obedecer (até porque não estão habituados a isso) e seguem-se as tradicionais palmadas e os habituais choros e gritos estridentes. Muitos pais, ao serem confrontados referem que as suas atividades profissionais os impedem de estar com os filhos e que, por isso mesmo, não querem manchar o convívio com repreensões e castigos.

Chegam a colocar a responsabilidade nos avós porque são eles que estão mais tempo com os netos e que, por isso mesmo, lhes deveriam ditar regras de conduta. É, de fato, uma nova maneira de viver a parentalidade, já que parece haver uma tendência para a desresponsabilização.

O tradicional papel de pai como figura de autoridade que as crianças se habituavam a respeitar, deu lugar ao pai-amigo que evita desempenhar o papel de “mau da fita” e, por isso mesmo, coloca a responsabilidade da educação dos filhos ou na escola, nos avós ou em quem cuida. Quando nem um nem outro funciona, assume-se que a criança tem um problema do foro mental e então há que procurar o psicólogo.


Detectado o foco da questão, quando confrontados, os pais adotam um de dois tipos de atitude, ou se sentem altamente culpados e decidem esforçar-se por mudar, ou então negam a realidade, assumem que o psicólogo não está sendo eficiente e procuram outro profissional. Tudo isto é grave se pensarmos que são estas crianças que formam as novas gerações.

Espera-nos, então, uma sociedade em que os adultos não têm regras e são incapazes de resistir a frustrações? Frustrações fazem parte da vida, precisamos ensinar isso às nossas crianças.

Baseado no texto da autoria de Drª Teresa Paula Marques
Psicóloga Clínica, especialista em Psicologia Infantil e do Adolescente

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O frio chegou! Dicas para proteger seu sorriso

Cuidados com a pele no inverno title=

Com a chegada dos dias mais frios, o ar seco e o vento gelado podem ocasionar o fenômeno de ressecamento labial. Aqui estão algumas dicas para manter seus lábios e seu sorriso em alta durante o ano todo, mesmo nos dias de inverno.

Os lábios são revestidos por uma mucosa muito sensíve. Para mantê-los saudáveis precisamos  deixá-los constantemente umidecidos, principalmente quando são expostos ao sol, ao vento ou ao frio. Lábios sem a hidratação adequada podem ressecar, rachar e ficarem mais sucetíveis à herpes, feridas e outras alterações. 

Lábios ressecados, rachados e sem vida são sinônimos de um rosto pálido e um sorriso sem atratividade.

A principal forma de hidratar nosso corpo é a ingestão de água, e para manter sues lábios hidratado a ingestão, a ingestão de água é fundamental. Além disso, existem vários tipos de hidratantes e protetores labiais. 

Estes hidratantes labiais podem ser usados várias vezes ao dia. Uma opção para as mulheres, é utilizar o hidratante labial e aplicar o batom ou gloss por cima. 

Sabonetes esfoliantes delicados (esferas finas) podem ser utilizados uma vez por semana para eliminação de células mortas e facilitar a penetração dos hidratantes.

Quando os lábios chegam a rachar, pode ocorrer fissuras no canto da boca. Se estas fissuras forem contaminadas por fungos ou bactérias, forma-se uma "ferida" chamada de Queilite Angular.  As congestões nasais, tão comuns no inverno, favorecem a contaminação dos lábios com fissuras  devido à respiração pela boca. Em alguns casos é recomendável uma avaliação do dentista.

A importância da Água

A água é a bebida mais consumida em todo o mundo. Barata e livre de calorias, ela é essencial para a manutenção da beleza e para o bom funcionamento do organismo. Muita gente, no entanto, não sabe qual deve ser a quantidade correta de água a ser ingerida diariamente. Quem come muitas verduras e frutas, por exemplo, pode necessitar da ingestão de menos água, enquanto aqueles que ingerem muito sal vão precisar de uma maior quantidade do líquido lembrando que cerca de 65% do nosso organismo é constituído de água.

A função deste líquido em nosso organismo é bem ampla, ajuda na filtração renal, na eliminação das toxinas da alimentação, além de hidratar pele, cabelo e intestino, melhorando seu funcionamento.
Nada de exageros

Beber água demais pode fazer mal à saúde, pode levar a um quadro de confusão mental e hiponatremia, que é a baixa concentração de sódio no sangue. Para acontecer uma sobrecarga renal ou um edema cerebral por excesso de água, no entanto, a pessoa precisa consumir cerca de sete litros por dia, algo muito além dos dois litros estipulados como padrão geral.
Para não errar, é possível fazer um cálculo simples: um adulto saudável pode tomar cerca de 35 ml de água por quilo de peso. Por exemplo, um indivíduo de 70 kg deveria ingerir 2450 ml de água pura por dia. 
Idosos e crianças são mais suscetíveis à desidratação. Os mais velhos em geral sentem menos sede e muitas vezes tomam remédios diuréticos. Os pequenos são mais ativos e não têm controle da sede, dependendo de outra pessoa para ter acesso ao líquido.